endometriose & infertilidade

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Como a doença afeta mulheres mais jovens...
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Como diagnosticar?

Um dos principais problemas relacionados a endometriose é a demora no diagnóstico! Diversos estudos mostraram que, o tempo médio, entre a mulher começar a ter sintomas e o médico fazer o diagnóstico e iniciar o tratamento é de oito anos! Atualmente temos como ferramentas diagnósticas, em primeiro lugar uma boa consulta ginecológica, e depois os exames de imagem (ressonância magnética ou ultrassonografia especializada).

Como tratar?

Temos alguns objetivos quando vamos tratar a mulher com endometriose: restabelecer a qualidade de vida, naquelas que tem dor; melhorar a probabilidade de gravidez espontânea, naquelas que tem dificuldade de engravidar; preservar a fertilidade, ou seja, impedir a progressão da doença, para que a mulher consiga engravidar no futuro; impedir o acometimento de órgãos não-genitais (intestino e vias urinárias). Para o tratamento dispomos de diversos medicamentos, e quando necessária, a cirurgia laparoscópica. 

Endometriose profunda

Há alguma controvérsia na definição de endometriose profunda. Não é infrequente recebermos laudo de exame com este diagnóstico, o que acaba assustando grande parte das mulheres. A doença profunda pode acometer desde um simples ligamento uterino até o intestino, bexiga, ovários e ureteres. Cada tipo de doença vai merecer um tratamento diferente. O que define qual a intensidade da “endometriose profunda” são os exames de imagem.

Entenda a doença: O que é?

Apesar de ser uma das doenças ginecológicas mais estudada nas últimas décadas, diversos aspectos ainda não foram totalmente esclarecidos. Apesar de sabermos que é uma doença que depende da menstruação para acontecer, outras causas envolvidas (genéticas ou imunológicas) ainda não foram estabelecidas. O porquê de algumas mulheres terem muitas dores e outras não, também é um enigma. Leia mais sobre os diversos aspectos da doença!

Quais os sintomas?

O principal sintoma da doença é a cólica menstrual! Mas, toda cólica é sinal de endometriose? Não! Suspeitamos da doença quando a cólica é intensa, não melhora com os tratamentos medicamentosos tradicionais (antiespasmódicos, antinflamatórios e similares), prejudica a qualidade de vida (falta ao trabalho ou escola), e por vezes faz com que a mulher tenha que procurar o pronto-socorro. Outro sintoma importante é a dor na relação sexual, geralmente profunda e progressiva, fazendo com que a mulher a evite!

Tratamentos auxiliares

Como mencionado na sessão de diagnóstico, o tempo durante o qual a mulher fica com muitas dores sem um diagnóstico e tratamento efetivo é muito grande! Isso pode acabar levando a alterações em outros pontos do universo feminino. Alterações posturais ou musculares, principalmente em músculos do assoalho pélvico são frequentes. Vale a pena mencionar, também, que a frequência de depressão e outros incômodos emocionais também podem estar presentes. Isso faz com que o médico tenha que estar atento a isso e quando necessário pedir auxílio para o profissional da área específica.

Adenomiose

Esta doença é frequentemente confundida com endometriose, entretanto são enfermidades diferentes. Elas diferem quanto as causas, sintomas, faixa etária de incidência e tratamento. Mas afinal o que é adenomiose? Existem duas doenças nas quais o endométrio, camada que reveste a parte interna do útero, estão em localizações anormais: uma é a endometriose, que é o endométrio fora do útero (ovários, intestino, bexiga e etc); e a adenomiose é a presença do endométrio dentro do miométrio. O que isso significa? As células de endométrio penetram dentro do músculo uterino (miométrio).

Adolescentes

Por muitas décadas a endometriose foi conhecida como uma doença que acomete as mulheres perto dos 30 anos. De alguns anos para cá, a faixa etária vem mudando, e cada vez mais encontramos adolescentes com a doença. Saiba que: 62% das adolescentes com dor vão ter o diagnóstico de endometriose, e 70% não tiveram sucesso no tratamento da dor com medicações. O que mais chama a atenção é que cerca de 10% das adolescentes com endometriose vão apresentar os estágios mais avançados (endometriose profunda).

Endometrioma (endometriose no ovário)

O endometrioma é um cisto de ovário decorrente da endometriose. Ele se forma quando o sangue menstrual cai dentro de um pequeno cisto pré existente, e começa a “sangrar” dentro do ovário. Este cisto pode crescer e comprometer o ovário saudável. Na, maioria das vezes, o tratamento é cirúrgico. O cuidado com esta cirurgia é justamente a preservação do ovário saudável, já que na cirurgia, mesmo em mãos de hábeis cirurgiões um pouco de ovário saudável vai ser removido, o que pode prejudicar o potencial reprodutivo futuro.

Posso engravidar?

Sim! A grande maioria das mulheres com a doença vai conseguir engravidar. A dúvida é se vamos atrás da gravidez espontânea ou se será necessário método de reprodução assistida, como a fertilização in vitro (bebê de proveta). Como saber? O primeiro passo é descobrir qual o grau da doença (superficial, profunda ou ovariana). Depois, outros fatores devem ser analisados, como a idade da mulher, se as tubas estão preservadas, a qualidade do sêmen, dentre outras.

Por quê a endometriose leva à infertilidade?

Uma das consequências da endometriose é a dificuldade para engravidar (infertilidade). Esta situação está presente tanto nos casos de doença inicial como também nos de endometriose profunda. Mas, por que isso acontece? A endometriose leva a um intenso processo inflamatório que acaba afetando os ovários e tubas. Podendo causar uma diminuição na qualidade dos óvulos ou embriões e a modificação da movimentação dos cílios das tubas, o que dificulta o encontro do óvulo com o espermatozóide. Além de outras ainda não conhecidas pela medicina. Nos casos de doença avançada, observamos uma alteração importante da anatomia da pelve.

Preservação da fertilidade

Atualmente, grande parte das mulheres, vai pensar em engravidar após os 30 anos. Portanto, caso o diagnóstico da doença tenha sido feito antes desse período, é importante que tentemos preservar as chances de uma gravidez natural. Como fazemos isso? Os danos causados pela doença, se já aconteceram, e só podem, em alguns casos, serem revertidos por meio de cirurgia. Então a preservação da fertilidade visa que a endometriose não evolua e cause mais danos. Conseguimos isso com o uso de medicações, e em alguns casos com cirurgia.

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